Túlio Tavares

CIRCUITOS COMPARTILHADOS

Circuitos Compartilhados

Compartilhamento do acervo da mostra circuitos em vídeo

a) Categoria: Acontecimentos/inter-relações

b) Apresentação:
Compartilhamento do acervo da mostra circuitos em vídeo, cujo contexto curatorial foca os grupos e coletivos de artistas no Brasil, importante acontecimento na cena da arte contemporânea.
A coleção é o mais completo acervo em vídeo sobre o tema, com um recorte abrangendo não somente os grupos mais recentes – cuja visibilidade social afirmou-se no meio artístico no início dos anos 2000 – como também estende-se a importantes iniciativas do gênero ocorridas nos anos 70, 80 e 90, indo mesmo até o limite temporal dos primeiros registros em vídeo dessas ações, quando a referida mídia passou a ser incorporada como linguagem de experimentação pelos artistas visuais, a exemplo das pioneiras experiências e fluxos coletivos coordenados por Paulo Bruscky e seu ARQUIVO BRUSCKY, ele mesmo, diga-se, um dos pioneiros do vídeo experimental no Brasil. Ou seja, o acervo da mostra circuitos em vídeo abrange a produção de quase 40 anos do que aqui denominamos como “arte contemporânea”, e inclui a participação de outros referenciais agentes da história recente da arte no Brasil, como o GPCI – Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos, pioneiro na pesquisa da arte tecnológica no Brasil; Grupo 3Nós3, Grupo Camelo, Torreão, CEP 20.000, CEIA – Centro de Experimentação e Informação em Arte, Ricardo Basbaum, entre outros. Atualmente a mostra é composta de 130 títulos de 57 coletivos de artistas brasileiros, com mais de 20h de programação, e a oportunidade de apoio viabilizará uma atualização ainda mais completa do projeto, reforçando tanto o aspecto histórico quanto o atual, e cerca de 30 outras iniciativas serão incorporadas à proposta, o que implicará na participação de 90 ações coletivas.
O projeto aqui encaminhado consiste em atualizar o acervo e fazer 200 cópias da coleção para ser distribuída entre os participantes, pesquisadores e instituições culturais públicas do Brasil. Complementarmente, prevê-se a confecção de um material gráfico para documentar diversas outras contextualizações associadas ao projeto e aos participantes.
A base de lançamento do projeto será Curitiba, na Cinemateca de Curitiba, onde ocorrerá a exibição da mostra numa semana de março de 2008. A Fundação Cultural de Curitiba – através de suas Diretorias de Ação Cultural e de Patrimônio – é a parceira institucional local do projeto.
Além dessa parceria, outras complementares também já estão efetivadas, enunciando uma rede institucional interessada na guarda e compartilhamento do acervo (vide ANEXOS): Associação Cultural Videobrasil, Centro Cultural São Paulo, Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Instituto de Artes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Departamento de Arte e Tecnologia da Universidade de Brasília, Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Centro de Formação em Artes Visuais da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Projeto O Artista na Universidade do Departamento de Artes da Universidade Federal do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná.

c) Justificativa da interação:
A mostra circuitos em vídeo articula-se com a questão do “Patrimônio Cultural como Arte” ao dialogar com as múltiplas materialidades do acontecimento artístico na sociedade contemporânea, nas reconceituações sobre circuito de arte, e na afirmação da autonomia dos indivíduos e coletividades frente ao espaço comum. É um repertório de experiências heterogêneas, de múltiplas linguagens, acervo de micropolíticas afirmando espaços e tempos singulares. É um patrimônio material, visto configurar-se como uma coleção de vídeos, um tipo específico de vídeo – documentários criativos; ação induzida e ficção documental; registro e vídeo experimental, simultaneamente – entretanto, para além dessa materialidade de mídia, refere-se também a outra dimensão da arte enquanto patrimônio, essa por vezes não mais objetual, e sim conceitual, performática, efêmera, circunstancial, relacional: a lógica e a poética dos acontecimentos.
“Patrimônio Cultural como Tradição” incorpora aqui também a dimensão da contracultura, da tradição de rupturas, os ideários de subversão e ampliação da linguagem, da apropriação das tecnologias como instrumento de experimentação. E apresenta-se também como história da arte contemporânea. Sabemos, por exemplo, que as artes contemporâneas de Lygia Clark, Hélio Oiticica, Cildo Meireles e Paulo Bruscky já são Patrimônio Cultural não só nacional, como da Humanidade, pois o saber e a arte não tem fronteiras. E esses nomes referenciais e suas obras são até inspiração e base conceitual da mostra circuitos em vídeo. E como já dito, as diversas noções de circuito de arte e um olhar sobre o contemporâneo panorama dos grupos e coletivos de artistas evidenciam um conjunto de acontecimentos os quais já podemos também nominar de tradição, pois fazem parte do “espírito de época” atual. Uma tradição plural de configurações culturais, e ainda, dialogando entre si, através da instauração de diversas redes de trocas. Evidenciam-se então as cartografias e os fluxos sobre elas num constante redesenhar de fatos.
Haverá noção de civilidade, de “Patrimônio Cultural como Civilização” numa arte que se coloca como contracultura, como anti-arte? Certamente. E nem precisamos dizer, por outro lado, o quanto de barbárie já foi empreendida pela Humanidade em nome de um suposto processo civilizatório: da extinção de nações indígenas à estigmatização da cultura árabe, muita atrocidade se edifica em nome da Civilização. Reavaliar os próprios códigos culturais e estéticos fazem parte da dinâmica de nossa sociedade, numa tentativa, talvez, de poder levar adiante ainda alguma diversidade existencial, sem sucumbir aos padrões homogeneizantes de Estados totalitários e Mercados globais. E o entendimento sobre essas reconceituações, a sistematização desses saberes, e o seu repasse as novas gerações compõem também parte desses fluxos civilizatórios. Distante da exclusiva oralidade, e mesmo da escrita como meio privilegiado, hoje os instrumentos multimidiáticos são também usados como registro de cultura e arte. Interpretações, motivações e experiência de vida são repassados através desses novos meios. Como projeto curatorial, discurso e perspectiva de compartilhamento de acervo, a circuitos em vídeo se identifica como diálogo civilizatório.
Numa cultura na qual o envio de um formulário pela internet e o carimbo do correio tornam-se parte da legitimação das práticas sociais, e mesmo, processo de enunciação social da arte, torna-se importante estar atento ao horário de funcionamento da agência para que o ritual não perca o seu tempo de acontecimento. Apresento aqui ao ritual de legitimação social do IPHAN todo esse repertório de significações artísticas contemporâneas, sabedor de que, como prática social, a circuitos aqui em questão já está socialmente legitimada, entretanto sua escala de abrangência ainda não condiz com a dimensão simbólica que conquistou. E por isso inscreve-se nesse processo de seleção, não pela busca de status legitimador, e sim pela procura de parceria de compartilhamento. E como proposta, conteúdo e patrimônio, quer enxergar-se melhor compartilhada agora, no tempo presente, pois é arte de nosso tempo, não se conforma em ser objeto raro ou coleção histórica a ser reconhecida somente no futuro. E essa condição faz também parte daquilo que aqui foi proposto como “Patrimônio Cultural como Cosmogonia”, pois traduz e ativa o tempo presente de nossa complexa existência social. Gesto desviante, arquitetura de imaginários, multiplicação de sonhos, resistência cultural, subversão de valores, contracultura, encontro de alteridades. Tudo isso compõe os fundamentos dessa mostra. Subjacente aos ideários elencados, às autogestões culturais de circuitos artísticos, estão diferentes desejos libertários, de consciência e prazer. Mirações capazes de enxergar até uma relação mais respeitosa com o planeta que habitamos, entendendo como insuficientes as justificativas do progresso e da economia como bases para um projeto humano amplo. E na busca dessa outra arte e cultura capazes de nos reconectar com o Universo, também o Patrimônio Cultural da arte contemporânea se faz desejo de Cosmogonia.

d) Memorial descritivo:
Atualmente o acervo da coleção constitui-se de mais de 130 filmes de 57 circuitos, com trabalhos de mais de 170 artistas. A mostra está composta por 11 programas, com cerca de 20h: MÍDIAS TÁTICAS; LUGAR; CORPO; BASE COMUNITÁRIA; RICARDO BASBAUM & NBP; MAURÍCIO DIAS E WALTER RIEDWEG/VIDEOBRASIL; ARQUIVO BRUSCKY; TORREÃO; CORPOS INFORMÁTICOS; CEIA – CENTRO DE EXPERIMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO DE ARTE: MIP – MANIFESTAÇÃO INTERNACIONAL DA PERFORMANCE; COMUNIDADE ATIVISMO E A CENA DOWNTOWN – UM DOCUMENTÁRIO INDEPENDENTE SOBRE A CENA EXPERIMENTAL DE NOVA YORK.
Os atuais participantes da mostra são: Ronald Duarte (RJ); Alexandre Vogler (RJ); Grupo Rradial (RJ); Luís Andrade (RJ); Cuquinha (PE); Telephone Colorido (PE); Atrocidades Maravilhosas (RJ); InterluxArteLivre (PR); PhP (RJ); noninoninono (PE); Super Loja Show (RJ); A Revolução Não Será Televisionada (SP); Rosana Ricalde e Felipe Barbosa (RJ); Grupo Urucum (AP & PA); Goto (PR); Fundação do Museu do Poste (PR); Laura Miranda e Denise Bandeira (PR); Rubens Mano (SP); Giordani Maia (RJ); spmb (Eduardo Aquino & Karin Shanski – Brasil/Canadá); Grupo Entorno (DF); Ducha / Laura Lima (RJ); Ricardo Basbaum (RJ); Acervo Casa Hoffmann (PR); Cristiane Bouger (PR); Grupo EmpreZa (GO); Rés do Chão (RJ); Marssares (RJ); Cabelo & Jarbas Lopes / Dado Amaral e Beto Valente (RJ); Wagner Malta Tavares (SP); Dia do Nada (PR);Ações Coletivas (PR); Rubens Pileggi (PR); Arte de Portas Abertas (RJ); Revelando Olhares dos Moradores da Ilha do Mel (PR); Martha Niklaus (RJ); Maurício Dias & Walter Riedweg / Fabiana Werneck e Marco del Fiol / Vídeobrasil (Brasil/Suíça); Arquivo Bruscky (PE); Márcio Almeida (PE);Torreão (RS); GPCI – Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos (DF); CEIA – Centro de Experimentação e Informação em Arte (MG); Desligare (PR); POIS (RS); EIA – Experiência Imersiva Ambiental (SP); GIA – Grupo de Interferência Ambiental (BA); Laranjas (RS); Cia Cachorra (SP); Projeto Matilha (SP);Catadores de histórias (SP); Ideário (AL); Zaratruta (SP); GIRA (SP); Teatro Monótono (PR); O Palhaço Leigo (SP); Menossão (SP); Poro (MG); Bijari (SP).
Da primeira edição da mostra às circulações subseqüentes ela também tem sido espaço para a estréia de trabalhos, fato que agrega valor cultural à proposta inicial e adensa diversidade ao repertório curatorial. 11 títulos foram lançados na própria mostra circuitos em vídeo, tendo sua estréia e primeira exibição pública: Ação comum, de Rubens Mano; /aquilá/, do spmb (Eduardo Aquino e Karen Shanski); workshop com Willi Dorner, do acervo da Casa Hoffmann; Infração, de Marssares; Pipeiros dos Prazeres, de Goto; Fundação do Museu do Poste, de Octávio Camargo e outra coisa; Dia do Nada – 2005, Contorno, Almoço na Relva, Outros 500 e Desde, de Rubens Pileggi em parceria com outros artistas. A circuitos também estreou a coletânea com 14 vídeos do GPCI – Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos, de Brasília, compilação essa abrangendo 13 anos de produção de um dos pioneiros grupos de investigação da arte tecnológica no Brasil. Além disso, nela também ocorreu a primeira exibição no Brasil de Sensuality in (and) América, de Cristiane Bouger.
A lista completa dos títulos que compõem o acervo da circuitos em vídeo encontra-se no próprio impresso do jornal OBS.: (EM ANEXO)
A mostra circuitos em vídeo (1) agrega registros de ações de importantes circuitos artísticos autodependentes, convergindo para uma reflexão e visibilidade sobre o recente e intenso fenômeno cultural compreendido habitualmente como curadorias e programações independentes, espaços alternativos, coletivos de artistas, intervenções urbanas, arte de ativismo cultural e propostas envolvendo participação criativa (2). Em comum a essas diferentes práticas a interlocução mais direta entre arte e sociedade, processo esse conduzido por artistas através da proposição de diferentes estratégias de circulação de suas obras e ideários, simultaneamente à instauração de novas possibilidades de encontro com o público.
A programação exibe produções de arte contemporânea, em sua maioria de origem brasileira e derivada das artes visuais, ainda que o ideário dessas proposições tenha antecedentes que remontem às vanguardas históricas do século XX, a exemplo do Dadaísmo, ou mesmo ao experimentalismo mais radical empreendido a partir dos anos 60, como o Grupo Fluxus.
O termo autodependente é inspirado na fala do cineasta Werner Herzog, que o utiliza para reconceituar a expressão cinema independente, considerada por ele como inapropriada (3). Isto porque o processo de produção artística em questão é também um produto interdependente de diversos agentes produtivos e mecanismos econômicos. Sendo assim, ele não é independente, como se não dependesse de nada. O diferencial da produção autodependente reside, pois, no fato dela ser um trabalho cuja realização vincula-se primordialmente à autonomia de seu próprio propositor, inclusive na articulação e gestão de parcerias. Esse conceito serve também para outras áreas da produção artística e evidencia a questão da autogestão cultural, a capacidade de grupos de artistas estabelecerem suas próprias redes de diálogo e trocas culturais com a comunidade, incluindo aí alternativas de mecanismos para sua sustentabilidade econômica. A importância maior dessa autonomia afirma-se no desvencilhamento de parâmetros ditados pelo mercado global e Estado, na perspectiva de proposição de heterogeneidades culturais e na possibilidade de manifestação de conteúdos críticos mais radicais.
A circuitos em vídeo é dedicada ao visionário artista Bruno Lechowski, um dos precursores dos circuitos artísticos autogeridos no Brasil através de seu Cineton, uma tenda para exposições, desmontável e nômade. Com ela o artista viajou pela Europa em 1925, e veio ao Brasil, em 1926. Lechowski teve passagens por Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, onde passou a morar, até sua morte, tendo importante atuação na cena local (4).
Realizo a curadoria da mostra circuitos em vídeo desde 2003, como desdobramento de pesquisas empreendidas desde 2000 sobre circuitos autodependentes nas artes visuais, estudos esses materializados na publicação de textos e na organização de encontros e mostras, ações empreendidas através do organismo artístico epa!, o qual gerencio (VER ANEXO com o currículo da epa!). O tema ainda convergiu para a Dissertação de Mestrado em Linguagens Visuais na EBA-UFRJ, intitulada Remix corpobras, defendida em 2004 e com orientação de Glória Ferreira.
A circuitos em vídeo principiou como uma atividade de pesquisa e curadoria sobre a produção contemporânea em vídeo associada à autogestão em circuitos artísticos, focando trabalhos que pudessem traduzir o ideário e a prática de algumas dessas iniciativas. Mais do que unicamente registros, fato é que os próprios vídeos, além de complemento das obras ou das proposições, são também eles mesmos obras de arte, vídeo experimental. Isso é percebido através das diferentes singularidades de linguagem usadas na lida com o registro videográfico, desde a estratégia de filmagem empregada e subseqüente edição, até o uso de recursos textuais, sonoros ou visuais específicos sobre esse material. Em alguns casos até, o vídeo é, desde o início, a obra e o circuito, a exemplo dos trabalhos focados numa metacrítica à mídia televisiva.
A mostra estreou em Curitiba, em maio de 2005, no ACT; e circulou por Londrina, em outubro/2005 (numa parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e Casa de Cultura da UEL); Rio de Janeiro, novembro/2005 (no Instituto de Artes da UERJ, dentro do projeto Ciclo de Vídeo-Arte – I Jornada de pensamentos sobre arte em vídeo do IART/UERJ); Maceió, dezembro/2005 (dentro da programação da 2ª edição do projeto Rede Nacional de Artes Visuais – FUNARTE, em parceria com a Secretaria Executiva de Cultura de Alagoas); Antonina-PR, julho/2006 (dentro da programação da 3ª edição do projeto Rede Nacional de Artes Visuais – FUNARTE, em parceria com o 16º Festival de Inverno da UFPR); São Paulo, novembro/2006 (junto ao encontro Reverberações); e Recife, maio/junho/2007 (no Centro de Formação em Artes Visuais da Fundação de Cultura da Cidade do Recife).
A curadoria da mostra foi ainda motivo de palestra no Ciclo de Vídeo-Arte – I Jornada de pensamentos sobre arte em vídeo do IART/UERJ, no Rio de Janeiro, no final de 2005, e, recentemente, na mesa Arte Nômade do Encontros do Sul, no início de outubro de 2007, no Festival Internacional de Arte Eletrônica SESC-VideoBrasil, em São Paulo.

NOTAS
(1) Este texto é derivado da apresentação da mostra circuitos em vídeo publicada no jornal OBS:, Curitiba: epa!, 2005.
(2) Uma introdução mais aprofundada ao assunto dos circuitos artísticos e da autogestão cultural nas artes visuais pode ser encontrada no texto sentidos (e circuitos) políticos da arte, também de minha autoria, publicado nos site do Rizoma (http://www.rizoma.net/interna.php?id=250&secao=artefato ) e também no primeiro número da revista Primeira Pessoa, editada em João Pessoa e na publicação Surface Tension – Suplement 1 (Califórnia – EUA).
(3) In: CAMARGO, Paulo, BRANDÃO, Carlos Augusto. Coração selvagem. Matéria e entrevista com Werner Herzog abordando seu recém-lançado filme Grizzly Man. Curitiba: Caderno G do Jornal Gazeta do Povo. 31 de janeiro de 2005.
(4) Importante pesquisa sobre a obra de Lechowski pode ser acessada In: VIANNA BAPTISTA, Christine. Bruno Lechowski, a arte como missão. Curitiba: Museu de Arte do Paraná, 1991.

f) Ficha técnica:

Coordenador de pesquisa e produção:
Goto (Newton Rocha Filho)

Equipe de filmagem e edição de vídeos, conversão de mídias:
Vanessa Santos e Lúcio Araújo

Projeto gráfico:
Simone Bittencourt

Estratégias de comunicação e divulgação:
Guilherme Soares

Agência Cultural realizadora:
ACT – Ateliê de Criação Teatral
(Associada a epa! – expansão pública do artista)

Instituição local parceira:
Fundação Cultural de Curitiba

TODOS OS VÍDEOS AQUI APRESENTADOS FAZEM PARTE DO DVD “MENOSSÃO PARA PREFEITO DA BIENAL”

TI TÁ CUM PINTÃO TI TA CUM MENOSSÃO

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O MENOSSÃO É ROSA, POR BRUNA TAVARES

########

MENOSSÃO JÁ NASCEU OBRA DE ARTE, POR BASBAUM

########

ARTSHOP

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A MATERIALIZAÇÃO DO MENOSSÃO NO INÍCIO DO MILÊNIO

########

MENOSSÃO, O AGENTE FEDERAL

########

PICASSO NEM DE GRAÇA

########

GLÓRIA IN MENOSSIS

########

SADDAN MENOSSI

########

MENOSSÃO EM CAMPANHA

########

DESPEJADOS DO MUNDO UNÍ VOS

########

PARANGOMONSTRO OU AMOR DIVINO

########

ARTISTAS FEDERAIS NO BLEN BLEN

########

MENOSSÃO PARA PREFEITO DA BIENAL

########

TI TA CUM PINTÃO TI TÁ CUM MENOSSÃO LICÉRGICO

 

OCUPAR RESISTIR CONSTRUIR VIVER

Vídeo Túlio Tavares, Antônio Brasiliano, Júlia Tavares

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SÁBADOS CULTURAIS

Video Tulio Tavares, Imagens de pessoas diversas, Som Eduardo Verderame e Túlio Tavares.

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A REUNIÃO COM A POLÍCIA

Vídeo Túlio Tavares, Imagens Flavia Sammarone

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MANIFESTAÇÃO DOS ARTISTAS

Video Túlio Tavares, Imagens Flávia Sammarone

#

VISITE A BIBLIOTECA PRESTES MAIA PARTE 1

VISITE A BIBLIOTECA PRESTES MAIA PARTE 2

Vídeo Túlio Tavares, Imagens Mariana Cavalcante, Som Alexandre Rüger e Túlio Tavares

#

BIENAL DE HAVANA / TERRITÓRIO SÃO PAULO

Vídeo Túlio Tavares, Imagens Antônio Brasiliano

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VERNISSAGE

Vídeo Túlio Tavares, Imagens Flavia Sammarone

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