Bigodistas

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Intervenção Urbana realizada em 2005

ação anti publicidade abusiva

Fotos e parceria na realização Antônio Brasiliano

bigodistas-menossao-11

Domingo

Virou notícia…

Grupo põe bigodinho em outdoors de SP
DIEGO ASSIS – Folha SP
Coletivo Os Bigodistas liderados por Menossão participa de cruzada “antipublicidade abusiva” e propõe transformar cartazes em arte.

Na última segunda-feira, 15 outdoors da região oeste de São Paulo amanheceram diferentes. Sobre a face sorridente de seus garotos-propagandas, nasceram “bigodinhos” pintados com tinta preta. Obra d’Os Bigodistas.Iniciada em dezembro de 2003, quando integrantes do grupo colocaram o primeiro bigode em um outdoor em frente ao prédio que abrigou a mostra Arte Contemporânea no Movimento dos Sem Teto do Centro, na av. Prestes Maia, em SP, a ação remete ao artista dadaísta Marcel Duchamp, que em sua obra “L.H.O.O.Q.”, fez o mesmo em uma reprodução da “Monalisa”, de Da Vinci.A principal diferença, mais de um século depois, são os alvos. Se Duchamp visava provocar as instituições de arte, para Os Bigodistas o principal inimigo é “a propaganda abusiva”.”São Paulo tem que ser rediagramada. Um outdoor, acima de tudo, é uma enorme construção de valores, que lhe empurra o que comer, o que beber, onde ir”, afirma um integrante do grupo que se identifica como Menossão.Cartazes da Hering, das lojas Pernambucanas, de apresentações dos cantores Leonardo e Frank Aguiar, do filme “O Filho do Máscara”, entre outros, ganharam bigodes. Nem o novo papa escapou: num anúncio da revista “Veja”, colocado no encontro da av. Heitor Penteado com a av. Dr. Arnaldo, Bento 16 portava um bigodinho à Adolf Hitler, por cortesia d’Os Bigodistas.”Mais que a política, o foco de nossas ações é a ironia”, defende Menossão. “Pintar um bigode é algo muito sutil, mas que transforma totalmente o outdoor. Algo que tem uma função de venda, de repente, passa à função de arte.”Além de prometerem novas intervenções para os próximos dias, Os Bigodistas não estão sozinhos. Parte de um grupo maior que se autodenomina Gapa (Grupo Anti Publicidade Abusiva), há também o Esqueleto Coletivo, que em março deste ano espalhou faixas com slogans políticos (“Quem ganha com a propaganda?”, “Odeio muito tudo isso”, “Isso não foi feito para mim” etc.) por cartazes de empresas como a Coca-Cola.”Nós do Esqueleto Coletivo achamos preocupante a quantidade de marcas expostas de forma abusiva, pois, para além da mera poluição visual, a propaganda faz com que nosso olhar valorize determinado produto de forma involuntária”, escreveu em e-mail à reportagem um dos integrantes do grupo, que “luta para que o poder público tome conhecimento de nosso descontentamento, e principalmente para que a população como um todo deixe de ver a propaganda como algo normal, e [a] perceba como aquilo que ela é: algo imposto em suas vidas”.AntecedentesAntes disso ainda, um outdoor do Itaú -“Baladeiros – o Itaú foi feito pra você”- também já havia sido alvejado por grafiteiros. Durante as eleições de 2004, diversos objetos de propaganda eleitoral ganharam adesivos com os dizeres “Sujou a cidade” e, em alguns casos, inclusive os bigodinhos de Hitler.Procurados pela Folha, departamentos de marketing e assessoria de imprensa de empresas atingidas pelas ações d’Os Bigodistas não responderam ao pedido de entrevista.De acordo com o Código Penal brasileiro, as intervenções podem ser classificadas como dano, que consiste em “destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia”. A pena prevista é de um a seis meses de detenção e multa.

Sub capítulo da dissertação de mestrado “O Contra-espetáculo da Era Neoliberal, Estratégias Artísticas e Midiáticas da Resistência Jovem no Brasil”.

3.2.3 Os Bigodistas
O coletivo paulista Os Bigodistas também atua no sentido de resgatar a rua como
espaço comum e reivindica seu direito de voz por meio de uma prática irreverente: a
pintura de bigodes em garotos-propaganda de outdoors espalhados por São Paulo. Em
matéria publicada na Folha de São Paulo, o grupo defende a desnaturalização da
propaganda, um processo de conscientização do olhar das pessoas para que não
esqueçam que “‘um outdoor, acima de tudo, é uma enorme construção de valores, que
lhe empurra o que comer, o que beber, onde [sic] ir’” (Folha de S. Paulo, Ilustrada, 30
abr. 2005, p. E7).

Iniciada em dezembro de 2003, a ação do coletivo Os Bigodistas remete a uma
obra do dadaísta Marcel Duchamp, que em sua obra “L.H.O.O.Q.”, de 1919, inseriu um
bigode em uma reprodução da “Monalisa” de Leonardo da Vinci. As iniciais escolhidas
por Duchamp, se pronunciadas em francês, revelavam a intenção iconoclasta da obra:
“elle a chaud au cul”, ou, em português, “ela tem fogo no rabo” (HUYSSEN, 1996). O
objetivo do artista era provocar e chocar a falida sociedade pós-Primeira Guerra. Assim,
não é o “alcance artístico de Leonardo que é ridicularizado pelo bigodinho, pelo
cavanhaque e pela alusão obscena, mas sim o objeto cultuado que a Mona Lisa tinha-se
tornado naquele templo da arte burguesa que é o Louvre” (Id. ibid., p. 102).

Hoje admirada pelo público no museu, como obra-prima do modernismo,
“L.H.O.O.Q.” é prova do fracasso do ataque frontal dos dadaístas, que, segundo
interpretação de Huyssen (1996), se exauriu sozinho enquanto negação e foi cooptado
por uma cultura burguesa capaz de assimilar qualquer tipo de ataque feito contra ela.
Isso significa que para o pensamento contemporâneo até a provocação se tornou um
clichê? Seria a referência d’Os Bigodistas a Duchamp mero anacronismo? O argumento
de defesa, a favor do coletivo, é que “a principal diferença, mais de um século depois,
são os alvos. Se Duchamp visava provocar as instituições de arte, para Os Bigodistas o
principal inimigo é a ‘propaganda abusiva’.” (Folha de S. Paulo, Ilustrada, 30 abr.
2005, p. E7).

A revolta contra a propaganda e a publicidade remete, inevitavelmente, à culture
jamming e às ações de outros coletivos, como o Atrocidades Maravilhosas. Há
realmente um incômodo generalizado com relação à invasão das mensagens
publicitárias, em especial nos espaços urbanos. Até que ponto essa revolta é social e
política? Ou ela é apenas um incômodo estético, que pode ser resolvido com regras de
ocupação dos espaços da cidade? Ela representa uma revolta mais profunda contra o
predomínio do “valor de troca” sobre o “valor de uso” dos objetos, dos lugares e das
pessoas? É a manifestação superficial de um levante contra o fetichismo da mercadoria
e o sistema capitalista que o alimenta? Não seria tão exagerado assim supor que um
sentimento mais profundo de recusa tenha começado a se manifestar por meio da
pintura de bigodes em cultuados garotos-propaganda da sociedade espetacular.
Parte de um grupo maior que abrange outros coletivos, e que se autodenomina
Gapa (Grupo Anti-Publicidade Abusiva), Os Bigodistas não têm poupado ninguém: de
cartazes da Hering e das lojas Pernambucanas, da grande modelo Gisele Bündchen ao
papa Ratzinger32 (capa em um anúncio da revista Veja), todos recebem a marca da
subversão. Um dos integrantes do grupo afirma que a ironia é sua arma para
ressignificar o outdoor, que passa de uma função de venda a uma função de arte.

Os Bigodistas estão na lista do CORO e, através de um conhecido que possui
contato com os organizadores do site, consegui o e-mail de um bigodista, Túlio Tavares
– que, por sua vez, me indicou um outro nome, o de Alexandre Menossi (o Menossão da
reportagem da Folha). O primeiro contato foi respondido de forma cordial e, após um
tempo prolongado de espera, recebi por e-mail as respostas às perguntas que tinha
enviado ao artista. Menossão enviou também em anexo uma série de arquivos em
formato PDF com fotos da participação do coletivo em uma manifestação ao lado de
moradores sem-teto de São Paulo33, além de várias imagens de intervenções bigodistas
em outdoors.

Segundo Menossão, o coletivo é formado por “artistas e/ou intelectuais de São
Paulo, porém [recebe] contribuições de outros estados e países”. A faixa etária
predominante seria a de aproximadamente 30 anos, ou um pouco mais que isso. As
contribuições constantes dever-se-iam ao fato de o coletivo agir em rede, fundindo-se a
outros grupos e artistas para algumas ações específicas. Contudo, ressalta Menossão, Os
Bigodistas não participam de outras listas de discussão, como a do CORO (Coletivos
em Rede e Ocupação). O motivo? “Para não perder o foco de nossas ações, somos
muito práticos.”

Há, contudo, dúvidas quanto à identidade de Menossão. Em artigo publicado no
site Overmundo, Julia Tavares argumenta que Menossão é uma personagem inventada
por Túlio Tavares, o primeiro artista com quem supostamente me comuniquei por email.

Disposto a criar uma confusão, Túlio teria criado a personagem Menossão como
representante dos Bigodistas, enquanto ele mesmo seria membro de outro coletivo,
intitulado Nova Pasta. Segundo explica a autora do artigo,
Menossão é um antigo imperador da Macedônia renascido na era
contemporânea. Já concedeu entrevista para a Folha de S.Paulo,
identificado como o autor do grupo Os Bigodistas, responsável por
pintar bigodes em outdoors (…) de São Paulo. Já foi palestrante em
eventos internacionais e chegou a se candidatar para a prefeitura da
Bienal de Artes. (…) Alexandre Menossi, nome de batismo, é uma
criação de Túlio Tavares, coordenador do coletivo Nova Pasta e

32 Ver Anexo V.
33 Ver imagens no Anexo VI.
125
protagonista de uma nova geração de artistas plásticos residentes em
São Paulo. (Disponível em http://www.overmundo.com.br/overblog
/menossao-e-o-cara, acesso em 11 dez. 2006).

Como saber quem está falando a verdade? Túlio Tavares, quando me aconselhou
a contatar Menossão, escreveu exatamente o seguinte no e-mail:
Mas de qualquer forma a melhor pessoa para vc [sic] conversar é o
Menossi, nós o chamamos de Menossão, pois ele é uma espécie de
líder para nós, ou talvez quem mais se empenhe nos Bigodistas. Me
conte se vc [sic] conseguiu falar com ele, ele é super gente fina e
ajudará no que for necessário.

Segundo o artigo de Julia Tavares (é inevitável notar o mesmo sobrenome; mas
pode ser apenas mais um truque), a invenção de Menossão é negada por Túlio, que
insiste em criar pistas que provam a sua existência. Fazer com que Menossão seja
entrevistado por um jornal e uma pesquisadora é de fato uma forma de fazer viver o
personagem. Mas como saberia Julia Tavares de todas essas informações? Seria ela a
“versão feminina” de Menossão? A definição de Túlio Tavares, em outro artigo
assinado pela mesma autora, é a seguinte:

Protagonista de uma nova geração de artistas residentes em São Paulo
reunidos também em coletivos de arte, Túlio Tavares realizou
mostras coletivas importantes, como a Suspenção dentro da mostra
Ares e Pensares, no Sesc Santana, dentre outras. Coordenou a
exposição Arte Contemporânea no Movimento dos Sem Teto do
Centro (ACMSTC), que abrigou uma imersão de mais de 300 artistas
no edifício Prestes Maia por quinze dias, em 2003. Diante do anúncio
de reintegração de posse das 460 famílias que moravam no prédio no
ano passado, Túlio voltou a articular artistas para ações conjuntas
com o MSTC. (Disponível em http://www.overmundo.com.br/guia
/galeria-favo-recebe-a irreverencia-e-a-formalidade-de-tulio-tavares,
acesso em 11 dez. 2006).

Uma exposição numa pequena galeria de São Paulo teria trazido à tona a dúvida
sobre a existência de Menossão e ganhado a adesão de figuras de destaque da arte e da
intelectualidade no Brasil:

Na exposição Túlio Tavares X Menossão, o artista plástico reservou
uma sala da galeria para trabalhos dedicados a Menossão. Ele e um
grupo de 45 artistas, músicos, DJs, jornalistas, fotógrafos e
intelectuais, entre eles Nicolau Sevcenko, Ricardo Basbaum (…),
fazem homenagem a Menossi em músicas, depoimentos, textos,
vídeos, peças de roupa e outros objetos. Segundo o teórico de arte
Gavin Adams, “o projeto Menossão é uma peça performática de
convencimento”. (Disponível em http://www.overmundo.com
.br/overblog/menossao-e-o-cara, acesso em 11 dez. 2006).

A dimensão crítica desta “peça performática de convencimento” aparece no
próprio texto do artigo. Segundo Flavia Tavares, a mistura de fantasia, loucura e
realidade é um produto sério do trabalho do artista. A criação de pistas verdadeiras na
construção de um símbolo falso funciona como um mecanismo eficiente para testar o
papel da arte e da mídia numa sociedade vorazmente consumista. “Se Tiazinha pode ser
celebridade, por que Menossi não pode?”, indaga o artista (de onde Flavia Tavares tirou
tal citação é uma boa pergunta).

Todo esse episódio em torno de Menossão revela a dificuldade de lidar com as
informações obtidas, mesmo via contato direto, com os grupos e participantes de
coletivos. Mesmo quando suas atividades não são exatamente clandestinas (como as de
grupos anarquistas), o pesquisador tem que enfrentar uma irreverência e uma ironia que
escapam ao seu controle. No entanto, mais importante do que saber se Menossão é ou
não uma criação de um outro artista, interessa notar como a “crítica artista” pode se
conectar à “crítica social” em determinados contextos e contribuir para conquistas
concretas. É o caso do episódio registrado por Menossão e enviado a mim como anexo
no e-mail.

Em fevereiro de 2006, 468 famílias, desde 2002 instaladas em um prédio
abandonado na Avenida Prestes Maia, em São Paulo, estavam ameaçadas de despejo
por decisão judicial. Os próprios moradores – os sem-teto – organizaram uma
manifestação que teve apoio de diversos coletivos de mídia e de arte, do Centro de
Mídia Independente a Os Bigodistas. Menossão apareceu vestido com uma fantasia de
rato, uma espécie de Mickey tupiniquim, e o resultado da manifestação – que tomou
grandes dimensões, com a participação de muitos coletivos e movimentos sociais – foi o
cancelamento da decisão judicial de reintegração de posse. Até o momento em que este
trabalho está sendo escrito, as famílias de sem-teto continuam morando na Ocupação
Prestes Maia, que se tornou uma espécie de símbolo da luta por moradia nas grandes
cidades brasileiras. Neste episódio, realiza-se o desejo de Menossão, para quem atuar no
coletivo é “uma forma de criar um mundo com nossas regras”.

Essa articulação revela uma possibilidade da “crítica artista” que, se não é a
predominante nos coletivos aqui estudados, talvez seja a potencialmente mais
promissora. Assim como na proposta do Teatro do Oprimido, de Augusto Boal, a
incorporação das populações que realmente sofrem a miséria cotidiana do sistema na
arte pode ser um caminho interessante, na medida em que une a experiência artística,
que tem profundas implicações subjetivas e inconscientes, à luta social, que resulta em
conquistas e transformações concretas, no plano da realidade material. Experiências
como a da Ocupação Prestes Maia demonstram, na prática, que a articulação entre a
revolução mental, das consciências (tão cara à contracultura dos anos 1960), e a
revolução material não é uma impossibilidade. Como queria Marcuse (apud ROSZAK,
1972), elas devem andar juntas no processo de construção de uma sociedade mais justa
e humana.

A Entrevista com Os Bigodistas

– Há um grupo social que predomina na formação do coletivo Os Bigodistas? Seria correto dizer que o coletivo é constituído majoritariamente por jovens (na faixa dos 15 aos 30 anos)?

De norma alguma, a faixa etária Dos Bígodistas é maior que esta que você apresenta. Somos na grade maioria mais de 30.
– Seria possível, sem a necessidade de dizer nomes, identificar as idades, as cidades de origem e as atividades (estudantes, professores, médicos etc.) de alguns membros do coletivo?

Os Bigodistas é formado por artistas e/ou intelectuais de São Paulo, porem recebemos contribuições artísticas de outros estados e paises.

– Qual a origem do coletivo? Como ele surgiu?
Surgiu com Duchamp fazendo um bigodinho em uma cópia da Monalisa, se tivesse sido no original seria muito mais interessante.

– Qual o principal objetivo do coletivo? Seria correto afirmar que, em certo sentido, o grupo é uma forma de resistência à mercantilização da cultura?

Os Bigodistas é um grupo focado na ironia. ironia a tudo e a todos.

– O que são exatamente as ações do grupo? Seria possível descrever alguns exemplos de intervenção?

Agimos no mundo publico, out doors, placas imbiliaria, jornais, revistas, pesquisas de mestrado, pesquisas de doutorado, em fotografias artisticas.

– Os Bigodistas se auto-intitulam um “coletivo”. Qual é a origem da palavra coletivo?
Não sei, acho que o Túlio esta envolvido com isso pois foi ele que começou essa onda aqui em São Paulo com o I congresso internacional de ar(r)ivismo, vou te mandar uma copia do manifesto em PDF.

– Há diversos coletivos artísticos e de outros tipos hoje no Brasil. Como Os Bigodistas entendem esse “boom” dos coletivos? Vocês são um coletivo de artistas?

Não estou preocupado com o que esta ao lado, prefiro olhar para trás e para frente para não colidir. Este momento histórico da arte será conhecido como dos coletivos e apagará muito do que hoje se entende como arte. Artes plásticas se faz em tempo real porem a compreensão dela só vem com o tempo.

Como já disse antes, somos um coletivo de artistas e/ou intelectuais.
– Para vocês, há alguma conexão entre esses coletivos, incluindo Os Bigodistas, e o denominado “movimento antiglobalização”, representado, por exemplo, pelos Fóruns Sociais Mundiais?

Agimos de forma direta e persistente com o movimento dos sem teto, ajudamos a barrar o despejo de 468 familias.

– Os Bigodistas mantêm conexões com algum outro coletivo do país? Suas propostas se aproximam das de outros grupos?

Sim trabalhamos em redes e muitas vezes com outros artistas e coletivos que se fundem aos Bigodistas para algumas ações ou nos fundimos a eles para outras
– O grupo participa do CORO – Coletivos em rede e Ocupação? Caso a resposta seja sim, qual a importância dessa participação?

Algumas vezes, porem não estamos na lista de discussões para não perder o focos de nossas ações, somo muito práticos.

– A Internet e as novas tecnologias da comunicação são fundamentais para a ação do coletivo?

Sim, como já te falei agimos em rede.

– Vocês acreditam que a atuação no coletivo é uma forma de fazer política e de se inserir politicamente na sociedade brasileira e no mundo?

Sim, uma forma de criar um mundo com nossas regras.

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